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[FP] Anthony Romanov

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[FP] Anthony Romanov

Mensagem por Anthony Romanov em Dom Jul 20, 2014 4:26 pm



Nombre del personaje
Frase do personagem
Personalidade

Ao contrário do estereótipo de que todos os criocinéticos são tão frios e fechados quanto o elemento que dominam, Anthony é uma pessoa calorosa na maioria das vezes. O bom-humor é uma das características que sempre o acompanha, e não importa a dificuldade da situação, ele sempre é otimista. Conquistar a amizade do garoto não é algo tão fácil, mas a partir do momento em que Romanov passa a confiar em uma pessoa, esta poderá sempre confiar nele também. No entanto, o garoto não é idiota, e não perdoa fácil, de forma que nunca é amigável com alguém que tenha se comportado de forma hostil com ele.

No entanto, muito se engana quem se deixa levar apenas pelo lado bonzinho de Anthony. Romanov já derramou muito sangue, e não hesita nem por um segundo em situações de vida ou morte. Se entrega demais a alguns sentimentos fortes, e para ele é difícil cortar laços que uma vez formou. Faria qualquer coisa possível por alguém que considerasse um real amigo, e eliminaria qualquer um que tentasse se colocar entre ele e seus objetivos. Resumindo, ele possui o lado bom e o lado ruim, e uma pessoa inteligente nunca desejaria ver o lado ruim.

O criocinético também possui uma grande inteligência. Não sobre-humana ou algo do tipo, mas ele é calculista e valoriza estratégias. Seu domínio sobre as palavras também é realmente extenso, conseguindo ser muito bom com a lábia e persuasão – novamente, nada sobre-humano, apenas a lábia normal. A tendência dos eixos moral e ético para o garoto é, respectivamente, a lealdade e a neutralidade. ,
18
Pseudo-Vilão
Criocinese
Anthony Romanov
Zero
Stephen Amell

Historia
Anthony nasceu em Austin, no Texas. Seus pais biológicos o abandonaram em uma porta qualquer no dia em que o garoto completou o seu primeiro mês de idade, junto com um bilhete que explicava tudo sobre Anthony, como o fato de ele provavelmente possuir habilidades especiais  – tanto o pai quanto a mãe possuíam, então a probabilidade de que o garoto nascesse com poderes era bastante alta – e tudo o mais ao casal que fosse adotá-lo – ou não.  Felizmente, os moradores da casa não podiam ter filhos, e viram no pequeno uma esperança. Os dois o criaram como se fosse seu, e sempre foram os pais que qualquer criança poderia querer. A infância do garoto foi normal até os seus seis anos, quando o primeiro indício dos seus poderes surgiu.

Romanov voltava de um parque temático com os pais, eles iam na direção de seu carro, num estacionamento, quando outro veículo apareceu. O pequeno, que ia a frente do casal, correndo e brincando, não viu a aproximação do motorista, que o atropelou. Este simplesmente continuou dirigindo como se nada tivesse acontecido. O corpo de Anthony foi lançado alguns metros para frente e caiu inerte no chão. Os pais se desesperaram, e obviamente pensaram no pior. No entanto, quando se aproximaram correndo do garoto, viram ele se levantando, como se nada houvesse acontecido. Aos seus pés, havia uma poça de água misturada com pedaços de gelo que não estavam lá antes.

Mesmo espantados com os dons do garoto, a relação dos pais com Anthony não mudou nada. Ele era a pequena benção do casal, até o dia em que completou treze anos. Nessa idade, algo pareceu mudar ao redor do garoto. Não podiam se aproximar dele sem que sentissem um frio polar, e muitas vezes, ao tocar nas coisas, elas simplesmente congelavam do nada. As pessoas começaram a se afastar dele. Na escola, ele sempre se sentava longe de quase todos os outros e as pessoas sempre lançavam olhares que demonstravam medo ou desprezo. Havia apenas duas pessoas que não se distanciaram do garoto. Seu melhor amigo, Harry, que de alguma forma parecia não ser afetado pelos seus poderes, e outra amiga, Amy. Esta tinha calafrios e tremia na presença do sobre-humano, que sempre tentava fazer algo a respeito e sentia-se muito mal por não conseguir. Graças aos dois e aos pais, Anthony pôde se manter firme e otimista.

Romanov se esforçou muito para mostrar a todos o seu potencial. Possuía as melhores notas da sala, e era um excelente atleta. Sempre tentava conquistar o respeito dos colegas de classe e dos pais, e o sorriso nunca saía do rosto, não importando quantas pessoas o odiassem. Passou a alimentar uma paixão secreta por Amy quando completaram seus dezesseis anos. A garota – que depois de três anos já conseguia ficar perto dele sem quase congelar – também havia se apaixonado, e os dois logo começaram a namorar. Harry havia sido obrigado a se mudar para longe, então a Anthony restara apenas a garota. Mesmo assim, ele sempre pensava que tal fato iria melhorar um dia. Que tudo aquilo iria mudar.

Mas o destino foi realmente traiçoeiro e cruel. Durante uma noite, o garoto voltava para casa após um encontro com Amy. E assim que chegou perto viu que o local havia sido arrombado. Mesmo com medo do que poderia acontecer, entrou na residência, silenciosamente. Logo na sala de estar, encontrou os corpos. Tanto o pai quanto a mãe estavam espalhados pelo chão. Literalmente espalhados. Cabeças, braços, pernas, estavam por todo o lugar. E na parede, escrita a dedo com sangue, a mensagem: Isso é por sua raça existir. Anthony chorou, gritou, berrou... Ele simplesmente entrou em desespero, e ficou assim por horas. Ouvia o celular tocando, mas só depois da terceira chamada seguida sua mente trabalhou. Talvez fossem os assassinos.

Atendeu, apenas para descobrir que estava certo. Do outro lado da linha, uma voz masculina falou. “Sua namoradinha é a próxima, se você não estiver na casa dela em meia hora.” O garoto nem parou pra pensar. Tomado pela ira e pelo desespero, pegou o carro dos pais e acelerou na direção da residência onde morava Amy. Demorou cerca de vinte e cinco minutos para chegar ao local, e encontrou a porta arrombada, como em sua própria casa. Correu e adentrou o local. A cena que viu fez seu sangue ferver, se é que isso é algo possível para um criocinético. Amy estava nua, em um canto da sala, enquanto dois homens tocavam-na e um terceiro gravava o ato.

- Ora, ora, ora, se não é o garotinho com poderes. – Disse aquele que gravava, tão logo quanto avistou o recém-chegado. – Vejam, pessoal, ele chegou! – Os demais se afastaram da garota, e sacaram facas sabe-se lá de onde. O “câmera” tinha um sorriso psicótico no rosto. Aparentava ter vinte anos, usando roupas punk e um cabelo moicano, com piercings espalhados pelo rosto. Os outros também seguiam o estilo, mas de forma bem menos exagerada. – Sabe? Agora nós vamos te amarrar. E obrigar você a assistir enquanto tiramos a virgindade da bela moça ali. Que tal?

A força que se apoderou de Anthony naquele momento foi indescritível. Um poder que ele não podia controlar. Todo o ambiente começou a esfriar, até atingir níveis negativos. Camadas de gelo começaram a se formar ao redor dos móveis e no chão. Os três homens se assustaram e recuaram. Um deles tremia tanto que largou a faca e deitou no chão, se abraçando. Os outros dois tentaram resistir e foram correndo na direção do oponente, que estendeu as mãos para se defender, e só então ele viu.

Seus braços eram feitos de gelo. A facada do primeiro foi totalmente inútil, e a lâmina simplesmente ricocheteou em sua pele gélida. O segundo tentou dar um soco na face de Anthony, que segurou o braço. Assim que tocou na pele do punk, este começou a congelar. O gelo se espalhou, começando no braço e indo por todo o corpo. Logo tudo o que restara era uma estátua de gelo. O segundo homem teve o mesmo destino, deixando apenas o último que tremia no chão. Esse, Romanov pegou pelo pescoço, e em um aperto potente, asfixiou o inimigo até a morte.

Só então a armadura se dispersou. O criocinético caiu de joelhos e sentiu todos os seus poderes se esvaírem. E chorou, como uma criancinha. Não ligava pra isso. O que ele havia perdido... O que ele havia feito... Era demais para suportar. Sentiu o abraço de Amy o envolvendo. A garota ainda estava em choque, mas percebia que seu namorado precisava dela, e sabia que tinha que ficar com ele, mesmo estando extremamente assustada. No entanto, aconteceu algo ainda mais imprevisível e inesperado.

- Sabia que esses lixos não serviriam de nada... Mas ei, quem diria, você cresceu, maninho. – A voz fez com que os dois olhassem na direção da porta, onde o avistaram. Harry estava de pé, olhando para os estragos causados. – E Amy... Você ficou linda. E gostosa, acho que até demais para o meu irmão aí, mas isso não importa. Até porque... Você vai morrer hoje de qualquer forma. – A garota se encolheu e abraçou o corpo atrás de Anthony. - Ei, por que todo esse silêncio? Parece até que viram um fantasma! Pera, eu sou um fantasma? – O garoto colocou a mão na parede, como se tentasse atravessá-la. – Não, continuo sólido.

- I-Irmão? – Foi tudo o que o criocinético conseguiu dizer, entre os soluços e o choque.

- Isso mesmo, Tony. Gêmeos, pra ser mais preciso. Não idênticos, o que é um azar para você. Imagine ser tão lindo quanto eu! Mas isso não vem ao caso. Seus pais te contaram que você é adotado, não contaram? Pois é. Nossos pais biológicos nos separaram, para que o desenvolvimento de nossos poderes não fosse prejudicado. Afinal... Gelo e fogo não combinam. Eu mesmo matei os dois, assim como matei os dois que te adotaram lá atrás. Ninguém fica entre mim e a minha família. Mas agora eu te achei. Podemos ser irmãos de novo.

- O que está dizendo? – Anthony gritou, movido apenas pelo choque do que havia ouvido. – Você fez aquilo? Você matou meus pais?

- Matei, e vou matar a garotinha aí também. Não percebe? Não precisamos de ninguém. Somos uma família! Eu e você podemos fazer o que quisermos juntos, sem ligar pra mais nada. O que me diz?

- Você é louco. E eu... Achei que era meu amigo. Como pôde? Você não vai tocar na Amy a menos que me mate.

Harry parecia ter levado um soco. Sua face demonstrava uma grande dor, como se ele fosse quem havia acabado de ter os pais despedaçados. – Não me chame de louco. Não você. Você é tudo o que eu tenho. – Então ele se virou para Amy, e encheu-se de ódio. – Isso é culpa sua, sua vadia! Sempre se metendo entre meu irmão e eu, há anos! Você fez algum tipo de lavagem cerebral nele! Morra! – Então o garoto pegou um isqueiro do bolso e acendeu. Com um movimento de mão, a chama se expandiu até virar uma bola enorme, e logo em seguida tomou a forma de um pássaro.

- Amy, corra! – Anthony se pôs de pé e correu para cima do “irmão”. Seu corpo não tinha forças para continuar, muito menos para usar os dons que tinha, mas a força de vontade o fazia avançar. No entanto, antes que alcançasse o irmão, este desapareceu. Logo em seguida, uma pancada na cabeça colocou Romanov no chão. E tudo o que ele ouviu antes de apagar foi o grito desesperado da garota.

...



Acordou horas depois em uma calçada, sem saber onde estava. Uma coisa ele podia dizer: não estava mais em Austin. Mas, além disso, não sabia nada. Encontrou uma folha de papel ao lado dele. Escrito às pressas, havia os dizeres: “Tive de ir embora, me desculpe. Logo estarei com você de novo. A garota está morta, e pra polícia, você também está. Ambos morreram em um incêndio causado por uma explosão de gás. Quando eu voltar, vamos nos conhecer melhor, irmão. Afinal, somos família. Um deve perdoar o outro, certo?”

Ao terminar de ler o bilhete, Anthony fugiu. Tudo o que queria fazer era chorar, ou se matar, ou qualquer coisa do tipo, mas não tinha coragem o bastante para arrancar a própria vida. Então correu, para fugir de Harry, que poderia voltar a qualquer momento. Seu corpo, antes tão dolorido que parecia queimar, parecia completamente curado, e Romanov correu até que suas pernas voltassem a doer.

...



Durante todo o ano seguinte, o sobre-humano foi a pessoa mais antissocial e fechada que alguém poderia ser. Decidiu, depois de meses de tristeza, que iria abraçar quem era, abraçar os seus poderes, e trabalhou duro para tentar controlar os dons. Fazia isso com apenas um objetivo: matar Harry. Era a única coisa que importava, a única coisa que mantinha Anthony vivo. E o garoto iria alcançar o objetivo, independente do que custasse para tal.

Sobrevivia roubando, tanto de pessoas que passavam pela rua quando de lojas. Morava em uma casa abandonada nos arredores da cidade, ostentando nada além de ódio por tudo e todos, e seus poderes o tornavam superior e conhecido na cidade. Nada podia pará-lo. O garoto se sentia imortal.

Até aquela noite. Parecia normal, como todas as outras naquele maçante ano. Anthony havia conseguido algum dinheiro e comida em uma loja de conveniências, e voltava para a sua “casa”, quando foi surpreendido por um golpe pelas costas. Sentiu sua pele se rasgando, e logo em seguida a ardência. Virou-se rapidamente, tentando ignorar a dor, para ver a criatura medonha.

O humanoide possuía dois metros de altura, e pelos negros manchados com sangue seco de vítimas anteriores. Seus olhos eram totalmente negros, como o céu noturno, e seus dentes brilhavam perigosamente. Forte e aparentemente musculoso, suas mãos e pés terminavam em garras afiadas. Era exatamente como um lobisomem de filmes de terror, exceto por um fato: aquele era real.

Anthony não teve tempo para se colocar de pé, pois o monstro caiu sobre seu corpo e rasgou seu peito. O sangue rapidamente começou a ser derramado, e a criatura continuou a golpeá-lo. O garoto já estaria morto se não fosse pela armadura gélida, mas mesmo com ela não duraria muito, pois sua criocinese não o respondia. Ele não conseguia usar seus poderes, o que tornava as chances de sua sobrevivência nulas.

Até ele chegar. O garoto se aproximou da besta e tocou em sua cabeça, aproveitando-se da sua distração. Algo pareceu acontecer com o hibrido, que parou de atacar. Um cheiro de carne queimada invadiu o ambiente e o lupino caiu no chão. As feridas de Romanov se curaram do nada, como se algo acelerasse ao extremo as habilidades regenerativas do garoto, que se levantou e viu quem o havia resgatado. O homem tinha cabelos louros, e olhos extremamente azuis. E uma marca de estrela na mão. Aparentemente normal, tirando o fato de que havia matado um monstro com um simples toque. – Venha comigo. – Foi o que ele falou. Anthony sabia que era arriscado seguir um desconhecido. Mas, se o homem o quisesse morto, bastava não tê-lo resgatado do lobo. Então, apenas obedeceu...

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Re: [FP] Anthony Romanov

Mensagem por Warlow em Dom Jul 20, 2014 5:02 pm


Ficha Aprovada


Anthony Romanov- SUA FICHA FOI APROVADA



Por: Emma Charlotte Fabray.


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